Tema: “Encontros com Deus”

30ª Quarta-feira no Tempo Comum

Cor Litúrgica: Verde

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I – LITURGIA DA PRESENÇA DE DEUS

– Prelúdio

– Processional

– Boas-vindas

– Convite para desaceleração

“O temor do Senhor é o princípio da sabedoria; revelam prudência todos os que o praticam. O seu louvor permanece para sempre” (Salmo 111.10).

– Silêncio

– Leitura do texto bíblico

“No ano da morte do rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de suas vestes enchiam o templo. Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas: com duas cobria o rosto, com duas cobria os seus pés e com duas voava. E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória” (Isaías 6.1-3).

– Cântico congregacional: “Doce Espírito” (Marcos Góes).

Há um doce Espírito aqui e eu sei que é o Espírito de Deus.

Já podemos todos perceber, a presença de Jesus, o Salvador.

Doce presença, presença santa,

Vem sobre nós encher-nos com teu amor.

Te adoraremos por tua presença aqui

E que renovará os nossos corações.

Louvado seja o Senhor!

– Oração de adoração

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II – LITURGIA DA CONTEMPLAÇÃO DE DEUS

– Narração do texto bíblico e projeção da pintura: Mateus 17.24-27 (ARA). “O dinheiro do tributo” de Peter Paul Rubens (1612).

– Meditação: Rev. Lucas Gaiofato Sacco.

– Nova projeção da pintura

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III – LITURGIA DA ESCUTA PROFUNDA

– Convite para escuta profunda

“Enquanto estivermos na Terra, a nossa vocação é precisamente ser imperfeitos, incompletos, insuficientes em nós mesmos, mutáveis, infelizes, desamparados e fracos, apressados para o túmulo. Mas o poder de Deus e a sua eternidade, a sua paz, perfeição e glória devem de algum modo entrar secretamente em nossa vida, enquanto aqui estamos, para que possamos ser encontrados em Deus eternamente, como Ele nos destinou” (Thomas Merton).

– Silêncio

– Cântico congregacional: “Eu quero ser” (CTP 248 | Jeremias 18.4-6. Nilton Tuller).

1 – Eu quero ser, Senhor amado,

Como um vaso nas mãos do oleiro;

Quebra minha vida e faze-a de novo,

Eu quero ser, eu quero ser um vaso novo.

2 – Faze teu querer, Senhor amado,

És o oleiro e eu, esse vaso.

Quebra minha vida e faze-a de novo.

Eu quero ser, eu quero ser um vaso novo.

3 – Modela-me, transforma o meu ser,

Faze de mim um vaso escolhido,

Para demonstrar amor aos perdidos

Eu quero ser, eu quero ser um vaso novo.

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IV – LITURGIA DA GRATIDÃO

– Chamada para gratidão

“O Senhor é bom para todos, e as suas ternas misericórdias permeiam todas as suas obras. Todas as tuas obras te renderam graças, Senhor; e os teus santos te bendirão” (Salmo 145.9-10).

– Convite para ofertório

– Cântico congregacional: “Em tudo as tuas mãos” (CTP 232 | Manoel da Silveira Porto Filho).

1 – Em tudo as tuas mãos, Senhor, nos têm enriquecido

E, às provisões do teu amor, bondosas, conduzido.

2 – De ti nos vêm a salvação e as bênçãos incontáveis

Que dia a dia, ó Pai, nos dão as tuas mãos amáveis.

3 – De ti vivemos, ó Senhor, e em ti nos alegramos,

Na comunhão do puro amor, que em Cristo desfrutamos.

4 – Recebe, pois, a gratidão da oferta que trazemos,

Nascida, ó Deus, da multidão de quanto a ti devemos.

– Oração de gratidão

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V – LITURGIA DO EXERCÍCIO DA FÉ

– Afirmação da entrega ao cuidado divino

“Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e Ele endireitará as suas veredas” (Provérbios 3.5-6).

– Cântico congregacional: “Deus cuidará de ti” (CTP 161 – 1ª, 2ª e 3ª estrofes | Civilla Durfee Martin. Trad.: Manoel Porto Filho).

1 – Não desanimes, ó coração, Deus velará por ti;

Põe tua angústia na sua mão, Deus cuidará de ti.

Deus cuidará de ti, por toda a vida, na dor, na lida;

Sim, não te deixará; Deus cuidará de ti.

2 – Nas horas tristes de angústia e dor, Deus velará por ti;

No doce abrigo do seu amor, Deus cuidará de ti.

3 – Quando em tristezas e provações, Deus velará por ti;

Nas amarguras e tentações, Deus cuidará de ti.

– Oração de intercessão

– Cântico congregacional: “Deus cuidará de ti” (CTP 161 – 4ª estrofe | Civilla Durfee Martin. Trad.: Manoel Porto Filho).

4 – Seus ternos braços te estende, vem! Deus velará por ti;

Nele acharás teu descanso e bem; Deus cuidará de ti.

Deus cuidará de ti, por toda a vida, na dor, na lida;

Sim, não te deixará; Deus cuidará de ti.

– Oração do Senhor

– Bênção

– Poslúdio

– Oração pastoral pessoal


 

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