“SÉRIE ESPECIAL DE DEZEMBRO”
1/12/2021 | 19h
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I – LITURGIA DA PRESENÇA DE DEUS
– Prelúdio: Órgão
– Boas–vindas
– Convite à desaceleração
– Exercício de desaceleração: Salmo 150
– Acompanhamento musical
– Canto congregacional: “O Profeta” – Gilmer Torres / Hinário Luterano 322.
1 – Antes que te formaste dentro do seio de tua mãe,
Antes que tú nascesses, te conhecia e te consagrei.
Para ser meu profeta entre as nações eu te escolhi,
Irás onde enviar-te e o que te mando proclamarás!
Tenho que gritar, tenho que arriscar,
Ai de mim se não faço!
Como escapar de ti como calar,
Se tua voz arde em meu peito?
Tenho que andar, tenho que lutar,
Ai de mim se não faço!
Como escapar de tí, como calar,
Se tua voz arde em meu peito?
2 – Não temas arriscar-te, porque contigo eu estarei,
Não temas anunciar-me em tua boca eu falarei.
Entrego-te meu povo, vai arrancar e derrubar,
Para edificar destruirás e plantarás!
3 – Deixa os teus irmãos, deixa o teu pai e tua mãe,
Deixa a tua casa, porque a terra gritando está.
Nada tragas contigo, pois a teu lado eu estarei;
É hora de lutar, porque meu povo sofrendo está.
– Oração de Adoração
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II – LITURGIA DA CONTEMPLAÇÃO DE DEUS
– Projeção da pintura e narração: Lucas 1.5-25, “A Mensagem”.
– Meditação: Rev. Valdinei Ferreira.
– Nova projeção da pintura
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III – LITURGIA DA ESCUTA PROFUNDA
– Convite para escuta de si mesmo
“À medida que Deus traz o ‘novo homem’ à vida no silêncio interior, ou seja, o novo você, com a visão de mundo que Cristo compartilha com você no silêncio interior, sua visão das coisas se torna mais importante para você do que as suas próprias. Então Ele lhe pede que viva essa nova vida nas circunstâncias da vida diária, em sua rotina cotidiana, perturbada por barulho, oposição e ansiedades. Estes parecem nos perseguir porque queremos ficar sozinhos para degustar esse silêncio. Mas é importante permitir que a pessoa seja confrontada na vida diária. A alternância entre silêncio profundo e ação aos poucos reúne os dois. Você se torna plenamente integrado, uma pessoa contemplativa, mas, ao mesmo tempo, totalmente capaz de ação. Você é Maria e Marta ao mesmo tempo.” Thomas Keating.
– Silêncio
– Canto congregacional: “Minh’alma tem sossego” Taizé (nª 65).
Minh’alma tem sossego em Deus, só em Deus, que é fonte de salvação.
Sim, só em Deus minh’alma tem sossego. Nele encontro a paz.
– Convite para escuta do irmão
“O Vento levou Jesus para o deserto. Por quarenta dias, Jesus tenta ser um discípulo de João, mas em lugar de clamar e gritar, preferiu ouvir o deserto. Foram dias de escuta nos quais o número humano, demasiado humano (40), repercutia sua densidade: dilúvio, escravidão, libertação, peregrinação, conversão, arrependimento. Ao final dessa travessia de 40 dias, agitado entre o Vento da Unidade e o turbilhão da desintegração, Jesus se decide definitivamente pelo Vento da Unidade, mesmo que isso implique no rompimento com seus egoísmos. A ruptura com João também é evidente. Deixa a Voz do que Clama no Deserto, e se dirige para as gentes, para ser a Palavra que se Fez Corpo. O grito de condenação dá lugar à boa nova de salvação. Os rituais legalistas de purificação são substituídos por gestos de pura graça, perdão e solidariedade. Para sair do deserto há que se ouvir o Vento Sagrado da Unidade, e não separar o que Deus uniu: Pão e Palavra, Poder e Serviço, Deus e o ser Humano.” Rev. Luiz Carlos Ramos (adaptado).
– Silêncio
– Canto congregacional: “Minh’alma tem sossego” Taizé (nª 65).
Minh’alma tem sossego em Deus, só em Deus, que é fonte de salvação.
Sim, só em Deus minh’alma tem sossego. Nele encontro a paz.
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IV – LITURGIA DA INTERCESSÃO
– Leitura dos pedidos online
– Canto congregacional: “Ao orarmos, Senhor” CTP 220
Ao orarmos, Senhor, vem encher-nos com teu amor,
Para o mundo agitado esquecer, cada dia tua vida viver.
Nossa vida vem, pois, transformar, refrigério pra alma nos dar.
E agora, com outros irmãos, nos unirmos aqui em oração.
– Oração de intercessão
– Canto congregacional: “Deixa agora” Taizé (nª 56).
Deixa agora o teu servo ir em paz, (Ir em paz!)
segundo tua palavra, ó Senhor. (Ó Senhor!) (Bis)
– Oração do Pai-Nosso e bênção
– Poslúdio: Órgão